Mostrar mensagens com a etiqueta processo terapêutico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta processo terapêutico. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Quem sou?

Quem sou?

Quem sou sem os outros? O que é meu e o que é do outro? Do que me impeço pelas expectativas que julgo que os outros, o mundo têm de mim?

Quando me dou conta, sem julgamento, sem crítica, do que sou, do que me move, apenas aí poderei definir a resposta à próxima pergunta existencial - Para onde vou?

sexta-feira, 11 de março de 2016

Psicoterapia

Psicoterapia - Resgatar recursos, largar o que já não serve, estar consciente dos processos mentais, dos pensamentos automáticos, das crenças. Psicoterapia - a redescoberta do Eu Real.

sábado, 26 de setembro de 2015

Cuide de Si!

O Verão foi tempo de contacto, tempo de pausa e de preparação para um regresso que o fez repensar o que quer conquistar e o que pode deixar ir.
Para este novo caminho, pode perceber que lhe faltam ferramentas ou que talvez nem saiba para onde ir - apenas uma inquietação que lhe diz já não querer permanecer onde está.
A Psicoterapia é o espaço para esta descoberta num futuro mais livre e em sintonia consigo.
Marque a sua consulta.
catarinasaturio@gmail.com

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Porque o seu filho merece ser feliz!

ansiedade exames


"Todos os anos a Joana fica muito ansiosa com os testes. Na véspera tem dificuldade em dormir e não quer ir à escola. Eu sei que ela estuda - até frequenta um centro de estudos, mas os resultados não reflectem a sua dedicação. Custa-me vê-la sofrer e não conseguir ajudá-la."
Uma intervenção terapêutica dará à Joana ferramentas para gerir a sua ansiedade.

Marque consulta em Carcavelos ou em Lisboa - catarinasaturio@gmail.com

segunda-feira, 1 de junho de 2015

As crianças somos nós.

Muitas vezes, as dificuldades sentidas na vida adulta - como impulsos ou medos irracionais, são fruto das vivências enquanto criança. A criança que foi não soube compreender ou racionalizar alguns acontecimentos que viveu e interiorizou-os cristalizando-os. Todas as suas emoções e sentimentos ficam registados na memória corporal e muitas das suas vivências continuam presentes em si. Consequentemente, mesmo que tenha atingido a idade adulta, do ponto de vista emocional poderá continuar a reagir com recurso a defesas já desadequadas perante a Vida.
Se se permitir reencontrar com a sua criança interior, trazendo à memória acontecimentos ou vivências dolorosas, o adulto em que hoje se tornou poderá já ter ferramentas e recursos para explicar à sua criança o que ela não compreendeu, o que interiorizou à luz do que sabia na altura e, simultaneamente, de lhe dar o que na altura era teria necessitado receber: compreensão, carinho, abraço, segurança, incentivo.


Ultrapassando o processo automático de clausura da criança interior – uma tentativa válida de protecção própria e única possível no passado, o adulto que hoje é está em condições de lhe dar tudo aquilo de que se viu privada. Ao reencontrar-se com a sua criança interior, pode assumir o compromisso de estar ao seu lado, cuidando-a e estando sempre à sua disposição.


Essa criança tem coisas importantes a dizer-lhe e aquilo que ela contém – criatividade, vivacidade, capacidade de rir, de brincar, de estar no momento presente – é demasiado importante para que não lhe dê atenção.


Pode reencontrar-se com a sua criança interior, ouvi-la e cuidá-la num processo psicoterapêutico. Esse será o melhor presente do Dia da Criança que poderá oferecer a si mesmo.

Catarina Satúrio

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Do dar crédito às conversas mentais

O momento terapêutico é a dois, e a partilha de aprendizagens não é unidireccional. Sobre a importância que damos às conversas da nossa cabeça, ou pensamentos, o tão afamado "remoer", e como assim deixamos de dar resposta à realidade e de satisfazer as nossas necessidades, uma paciente partilhou a seguinte história comigo:

Um homem queria pregar uns pregos na parede da sua casa quando percebe que não tem martelo. Avisa então a sua mulher que vai pedir um martelo emprestado ao vizinho do rés do chão. Apanha o elevador no 2º andar e enquanto desce começa a pensar - E se o vizinho não me empresta o martelo? Isso é que era uma chatice...mas por que razão não me quereria ele emprestar o martelo? Já lhe emprestei imensas ferramentas. O tipo é um egoísta, nunca empresta nada a ninguém.

Nisto chega ao rés do chão, bate à porta do vizinho e quando este abre a porta diz-lhe - "Enfia o martelo num sítio que eu cá sei!"

Quantas vezes já largou a realidade, remoendo em considerações e deixando de dar resposta aos factos? Vale a pena experimentar o Mindfulness. Por que não começar hoje?

Catarina Satúrio

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Pensamentos

Ao praticar Mindfulness, podemos aprender a identificar os pensamentos negativos que nos mantêm presos a sentimentos de insegurança e vergonha e a abraçar a tranquilidade que resulta de viver o momento presente.
Uma das maneiras mais fáceis nos desconectarmos do nosso verdadeiro Eu é através do pensamento negativo. Estes pensamentos desagradáveis (ou “distorções cognitivas”) são muitas vezes baseados em processos automáticos de pensamento que têm estado permanentemente nas nossas cabeças, não sendo por nós julgadas. O trabalho para alguém que se debate com pensamentos negativos constantes é reconhecer que esses pensamentos são apenas isso – pensamentos, e não factos. Assim, é chegado o momento de desafiar esses padrões automáticos de pensamento. E é aqui que a meditação Mindfulness entra.
O Mindfulness permite-nos tornar mais conscientes dos nossos pensamentos sem julgá-los. Quando somos capazes de estar ancorados no Agora, percebemos os nossos pensamentos de forma mais clara. E quando nos tornamos conscientes dos nossos pensamentos, somos capazes de começar a desafiá-los.
Ao notar que está preso num padrão de pensamento negativo, tente praticar estas quatro etapas:
1. Reconheça que está a ter um pensamento negativo ou um padrão de pensamentos negativos. Observar os seus pensamentos e deixá-los ir é uma técnica de meditação eficaz e pode ser praticada por longos períodos de tempo. Pode ainda ser útil “etiquetar” os seus pensamentos antes de deixá-los ir. (Pode fazer isso dizendo a palavra para si mesmo, visualizando-o por escrito, ou o que sentir como mais confortável). Rotular seus pensamentos permite duas coisas: aumenta a sua consciência dos tipos de coisas que pensa, o que é especialmente útil se esta a tentar mudar padrões de pensamento; também permite manter o foco, o que pode ser útil se estiver a iniciar a sua prática de Mindfulness – dá a sua mente algo para fazer mantendo o desapego. Uma forma simples de o fazere otular se um pensamento é construtivo ou não. Esta é uma distinção muito simples que pode cobrir praticamente todos os pensamentos. Apenas rotulá-los “útil ” ou ” não é útil ” e deixá-los ir
2. Tipos de Pensamentos – Você pode rotular suas opiniões com maior profundidade ao classificá-los de acordo com sua função. Os pensamentos podem ser rotulados como ” julgamento”, “planeamento “, “medo “, por exemplo. Classifique-os e deixe-os ir.
3. Desafiar o pensamento sondando-o com perguntas. Pergunte a si mesmo: “O que prova que apoie este pensamento? ” Provavelmente vai notar que a evidência não é forte.
Quando nos libertamos de padrões de pensamentos negativos e nos tornamos conscientes do presente, permitimo-nos experimentar toda a alegria que está disponível num dado momento.
4. Tente visualizar os seus pensamentos simplesmente como pensamentos – apenas objetos ou eventos da sua mente. Pode ser útil imaginar seus pensamentos simplesmente como nuvens que passam pelo céu. Observe-os a entrar na sua consciência, desenvolver e, em seguida, dissiparem-se. Não há necessidade de procurar, agarrar, ou seguir os seus pensamentos. Basta deixá-los surgir e desaparecer por conta própria.
Sempre que perceber que está a ficar imerso num pensamento (e isso é completamente normal), repare que se retirou da sua “posição de observador” e traga de volta sua atenção para a consciência dos seus pensamentos.

Catarina Satúrio