Especialista em Perturbações de Pânico Psicoterapeuta com consultórios em Carcavelos e Lisboa. Marcação de consultas - 914420361
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quarta-feira, 17 de novembro de 2021
Ansiedade
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Local:
2780 Oeiras, Portugal
sexta-feira, 17 de março de 2017
Estratégias Eficazes para Combater a Ansiedade
Aceite a Ansiedade
Aceitar a ansiedade como algo que neste momento está presente na sua vida coloca-o numa posição de poder regulá-la quando surgir. Ao mesmo tempo, é o que permite que pare de adiar a sua vida para quando se sentir melhor.
Respire
As situações selecionadas são hierarquizadas através de uma escala de percepção de ansiedade por elas provocada, iniciando-se pelas levemente perturbadoras
Aceitar a ansiedade como algo que neste momento está presente na sua vida coloca-o numa posição de poder regulá-la quando surgir. Ao mesmo tempo, é o que permite que pare de adiar a sua vida para quando se sentir melhor.
Em vez de reprimir a ansiedade, negando-a e evitando-a, procure olhá-la de frente e questionar-se o que precisa para que se sinta melhor. Não depois, mas naquele momento em que os sintomas surgem.
Na Terapia da Aceitação e Compromisso (ACT) as pessoas são encorajadas a aceitar a inevitabilidade da existência de pensamentos e sentimentos que são tidos como negativos ou desagradáveis.
Aceitar a sua existência, permite que o seu foco atencional se dirija para outros objectivos na sua vida que não apenas o da supressão da ansiedade.
Na ACT trabalhamos no sentido de aceitar as sensações físicas desagradáveis e os sentimentos negativos como algo natural e inerente à nossa condição humana.
As sensações desagradáveis e os pensamentos negativos são reacções naturais perante situações que percepcionamos como angustiantes ou incapacitantes. Quando conseguimos perceber esta ideia, conseguimos igualmente relativizar o nosso problema e colocarmo-nos numa posição de resposta face ao que é sentido e vivido. É neste ponto que se torna possível o auto-cuidado e a implementação de estratégias de regulação, alterando consequentemente a percepção da situação e a forma de lidar com as situações indutoras de mal-estar.
Respire
Experimente respirar fundo e relaxar os músculos quando não se sente em pânico. Ao praticar regularmente estes exercícios, em situações de pânico poderá automáticamente realizá-los como estratégia de regulação.
A respiração profunda permite uma desativação fisiológica, promovendo igualmente sensações de leveza, descontração, tranquilidade e clareza de pensamento. Tal acontece também porque a respiração serve como âncora ao momento presente, permitindo-lhe sair de uma espiral de pensamentos antecipatórios e catastróficos.
Exercício
Na posição de deitado, com as costas bem assentes, certificando-se que não será interrompido, execute os seguintes passos:
- Feche os olhos e foque-se na sua respiração. Pode apenas concentrar-se nos movimentos de oscilação do seu corpo conforme o ar entra e sai.
- É natural que surjam imagens ou pensamentos. Quando se aperceber disso, sem julgamento traga-se de volta ao foco na respiração.
- Agora, foque a sua atenção no modo como respira - se tem uma respiração abdominal ou torácica, como é o ritmo natural da sua respiração. Ao conhecer o modo como respira poderá regular a respiração em momentos em que se sente mais ansioso.
- Permita-se agora largar o processo natural da sua respiração, começando uma contagem de 4-8 em que demora o dobro do tempo a deixar o ar sair do que aquele que demora a entrar.
- Tente aprofundar a sua respiração. Caso se aperceba que respira de forma torácica (apenas o peito oscila quando respira), coloque uma mão na zona do seu abdómen, imaginando que tem um balão que enche quando inspira e esvazia quando expira. De facto, quando se sente ansioso, a sua respiração torna-se torácica, desequilibrando os níveis de oxigénio e dióxido de carbono no corpo, o que pode causar parestesias (sensação de dormência) e tonturas. Aprofundar a respiração através desta técnica pode ajudá-lo a reduzir os sintomas.
Torne-se crítico em relação aos pensamentos que lhe dizem estar sob ameaça. Tome nota dos seus receios e questione-se de quantas vezes de facto estes chegaram a concretizar-se.
A ansiedade faz-nos sentir que a ameaça é iminente e catastrófica o que não é necessariamente verdade. Ao pôr realidade na realização efectiva dos seus pensamentos catastróficos e antecipatórios, pode aperceber-se de quanto os sobre estimou.
A ansiedade é normalmente disparada pela antecipação de um resultado negativo, refletindo-se numa preocupação antecipada. A pessoa fica pré-ocupada com aquilo que teme, ou julga não conseguir lidar. Na grande maioria das vezes os futuros cenários negativos são projecções que a própria pessoa faz, filtradas pelas suas distorções do pensamento.
Não, não é uma catástrofe…
Mesmo que algo de mau aconteça, perceba e reconheça os seus recursos para lidar com a situação.
Permita-se também pedir ajuda a quem está à sua volta, largando a ideia de que será julgado e a vergonha de se sentir ansioso.
Exposição
Outra das técnicas utilizada para o tratamento da ansiedade envolve enfrentar a situação que receia, permitindo-se permanecer nela o tempo suficiente para que possa regular a sua ansiedade.
O evitamento ou a fuga da situação ansiogénica impede-o de se mobilizar para gerir a ansiedade e cria ou reforça a crença da sua incapacidade de viver a vida que deseja.
As Terapias de Exposição permitem-lhe - de forma real ou através de exercícios de visualização) em situações temidas, trabalhando-se na optica de dessensibilização sistemática.
As situações selecionadas são hierarquizadas através de uma escala de percepção de ansiedade por elas provocada, iniciando-se pelas levemente perturbadoras
Equacione a possibilidade de construir a sua própria escala de situações promotoras de ansiedade, no sentido de pouco a pouco ir expondo-se às mesmas.
Todas estas técnicas são trabalhadas aquando de um processo terapêutico desenhado para a vivência da ansiedade.
Um abraço.
Catarina Satúrio
(marcação de consultas através do 914420361)
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Carcavelos, Portugal
segunda-feira, 13 de março de 2017
Ataque de Pânico - o medo de ter medo
O medo de ter medo. Talvez esse seja o mais impeditivo de se viver a vida que se quer. Não as grandes coisas, os grandes feitos, viagens ou conquistas. É quando o medo se entranha no costumeiro, na vida comum, no ir ao supermercado ou ao cinema. É aqui, precisamente nestas pequenas coisas que fazem parte do dia a dia que o Pânico mais se faz sentir na sua vertente castradora e impeditiva.
Para isso não é preciso que nalgum destes sítios tenha experienciado um ataque de pânico. Basta o que estes sítios possam representar - a impossibilidade de fuga, a crítica por serem coisas que todos fazem, a presença do outro que assiste ao seu ataque de pânico.
`
É na antecipação do pânico que começa a surgir o evitamento. O medo de ter medo. É aqui que o Pânico se torna nesta massa disforme e densa que a todo o custo quer evitar - tendemos para fugir do desagradável, o que aqui significa fugir das situações onde o pânico possa surgir.
É exactamente quando o pânico se torna nesta massa disforme e densa, que mal surge incita à fuga, que perde um importante contacto com a realidade - o de estar em contacto com o que surge dentro de si.
Se não fugir mal surgem os primeiros sintomas físicos do pânico, se puder adoptar a postura do observador do que se passa internamente consigo, o que observa? Como se pudesse apenas ser curioso acerca destes sintomas e destas emoções, sentindo-lhe os cambiantes, a forma como o coração dispara, se aperta, talvez ate acalme por uns segundos. O suor nas suas mãos, quem sabe a visão em túnel e a tontura.
Se se permitisse conhecer a "besta", aquela de que foge, ao invés de mergulhar nela ou fugir aos primeiros sinais, o que mudaria? Talvez o medo de ter medo.
Com certeza que expor-se desta forma ao pânico não é tarefa fácil - implica também um processo psicoterapêutico, aceitação e capacidade de se colocar na posição de observador (de sintomas, emoções e pensamentos). E não será também o que lhe pode permitir regular-se, perceber o gatilho, questionar-se o que precisa naquele momento para o que está a sentir?
Este caminho de curiosidade pode ser feito no seu processo psicoterapêutico.
Caso queira agendar uma consulta, pode contactar-me através do 914420361.
Um abraço.
Catarina Satúrio
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Carcavelos, Portugal
sábado, 26 de setembro de 2015
Cuide de Si!
O Verão foi tempo de contacto, tempo de pausa e de preparação para um regresso que o fez repensar o que quer conquistar e o que pode deixar ir.
Para este novo caminho, pode perceber que lhe faltam ferramentas ou que talvez nem saiba para onde ir - apenas uma inquietação que lhe diz já não querer permanecer onde está.
A Psicoterapia é o espaço para esta descoberta num futuro mais livre e em sintonia consigo.
Marque a sua consulta.
catarinasaturio@gmail.com
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Porque o seu filho merece ser feliz!
"Todos os anos a Joana fica muito ansiosa com os testes. Na véspera tem dificuldade em dormir e não quer ir à escola. Eu sei que ela estuda - até frequenta um centro de estudos, mas os resultados não reflectem a sua dedicação. Custa-me vê-la sofrer e não conseguir ajudá-la."
Uma intervenção terapêutica dará à Joana ferramentas para gerir a sua ansiedade.
Marque consulta em Carcavelos ou em Lisboa - catarinasaturio@gmail.com
segunda-feira, 1 de junho de 2015
As crianças somos nós.
Muitas vezes, as dificuldades sentidas na vida adulta - como impulsos ou medos irracionais, são fruto das vivências enquanto criança. A criança que foi não soube compreender ou racionalizar alguns acontecimentos que viveu e interiorizou-os cristalizando-os. Todas as suas emoções e sentimentos ficam registados na memória corporal e muitas das suas vivências continuam presentes em si. Consequentemente, mesmo que tenha atingido a idade adulta, do ponto de vista emocional poderá continuar a reagir com recurso a defesas já desadequadas perante a Vida.
Se se permitir reencontrar com a sua criança interior, trazendo à memória acontecimentos ou vivências dolorosas, o adulto em que hoje se tornou poderá já ter ferramentas e recursos para explicar à sua criança o que ela não compreendeu, o que interiorizou à luz do que sabia na altura e, simultaneamente, de lhe dar o que na altura era teria necessitado receber: compreensão, carinho, abraço, segurança, incentivo.
Ultrapassando o processo automático de clausura da criança interior – uma tentativa válida de protecção própria e única possível no passado, o adulto que hoje é está em condições de lhe dar tudo aquilo de que se viu privada. Ao reencontrar-se com a sua criança interior, pode assumir o compromisso de estar ao seu lado, cuidando-a e estando sempre à sua disposição.
Essa criança tem coisas importantes a dizer-lhe e aquilo que ela contém – criatividade, vivacidade, capacidade de rir, de brincar, de estar no momento presente – é demasiado importante para que não lhe dê atenção.
Pode reencontrar-se com a sua criança interior, ouvi-la e cuidá-la num processo psicoterapêutico. Esse será o melhor presente do Dia da Criança que poderá oferecer a si mesmo.
Catarina Satúrio
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Do dar crédito às conversas mentais
O momento terapêutico é a dois, e a partilha de aprendizagens não é unidireccional. Sobre a importância que damos às conversas da nossa cabeça, ou pensamentos, o tão afamado "remoer", e como assim deixamos de dar resposta à realidade e de satisfazer as nossas necessidades, uma paciente partilhou a seguinte história comigo:
Um homem queria pregar uns pregos na parede da sua casa quando percebe que não tem martelo. Avisa então a sua mulher que vai pedir um martelo emprestado ao vizinho do rés do chão. Apanha o elevador no 2º andar e enquanto desce começa a pensar - E se o vizinho não me empresta o martelo? Isso é que era uma chatice...mas por que razão não me quereria ele emprestar o martelo? Já lhe emprestei imensas ferramentas. O tipo é um egoísta, nunca empresta nada a ninguém.
Nisto chega ao rés do chão, bate à porta do vizinho e quando este abre a porta diz-lhe - "Enfia o martelo num sítio que eu cá sei!"
Quantas vezes já largou a realidade, remoendo em considerações e deixando de dar resposta aos factos? Vale a pena experimentar o Mindfulness. Por que não começar hoje?
Um homem queria pregar uns pregos na parede da sua casa quando percebe que não tem martelo. Avisa então a sua mulher que vai pedir um martelo emprestado ao vizinho do rés do chão. Apanha o elevador no 2º andar e enquanto desce começa a pensar - E se o vizinho não me empresta o martelo? Isso é que era uma chatice...mas por que razão não me quereria ele emprestar o martelo? Já lhe emprestei imensas ferramentas. O tipo é um egoísta, nunca empresta nada a ninguém.
Nisto chega ao rés do chão, bate à porta do vizinho e quando este abre a porta diz-lhe - "Enfia o martelo num sítio que eu cá sei!"
Quantas vezes já largou a realidade, remoendo em considerações e deixando de dar resposta aos factos? Vale a pena experimentar o Mindfulness. Por que não começar hoje?
Catarina Satúrio
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Carcavelos, Portugal
domingo, 19 de abril de 2015
Relacionar-se com os pensamentos
Atenção Plena dos Sons e Pensamentos
Os sons são tão convincentes quanto os
pensamentos e igualmente imateriais e interpretáveis. Por esta razão, a Atenção
Plena dos Sons e Pensamentos revela como a mente evoca pensamentos que podem
facilmente induzir-nos em erro. Assim que toma consciência deste facto, muitos
dos seus problemas vão simplesmente desaparecer.
Esta meditação faz parte do programa do MBCT
(Mindfulness Based Cognitive Therapy) co-desenvolvido pelo professor Mark
Williams, da Universidade de Oxford. A eficácia do programa do MBCT para tratar
e prevenir a ansiedade, stress, depressão, infelicidade e exaustão tem sido
comprovada por inúmeros ensaios clínicos.
.
Por que
meditar sobre Sons e pensamentos?
Estamos imersos numa paisagem sonora de enorme
profundidade e variedade. Basta parar por um momento para ouvir. O que ouve? No
inicio pode perceber um burburinho pulsante geral e abrangente de ruído. Pode
ser capaz de escolher sons individuais. Pode reconhecer uma voz amiga, um rádio
noutro andar do edifício, uma porta a bater, o ruido de carros a passar, uma
sirene ao longe, o zumbido do ar condicionado, um avião. A lista é
interminável. Mesmo quando está numa sala silenciosa, pode perceber sons
abafados. Pode ser a sua respiração enquanto se move através das suas narinas,
ou o ranger do soalho ou um sistema de aquecimento. Mesmo o silêncio contém
sons.
Esta paisagem
sonora constante é semelhante ao seu fluxo de pensamento.
A Atenção Plena dos Sons e Pensamentos revela
gradualmente as semelhanças entre o som
e o pensamento. Ambos aparecem como que do nada. Ambos podem parecer aleatórios
e não temos nenhum controlo sobre o seu surgimento. Ambos são extremamente
poderosos e despoletam impulsos, provocando emoções poderosas que podem facilmente
arrastar-nos com elas.
Os pensamentos vêm como que do nada. Assim como o
ouvido é o órgão que recebe os sons, a mente é o órgão que recebe pensamentos.
Assim como é difícil ouvir os sons sem ativar um conceito correspondente na
mente, como "carro", "voz" ou "aquecimento
central", do mesmo modo qualquer
pensamento activa uma rede de associações. Antes que tenha consciência disso, a
mente saltou e vinculou-se a um passado que tinha há muito esquecido ou a um
futuro que já foi totalmente idealizado e que encontra pouco sustento na
realidade. Pode começar a sentir raiva, tristeza, ansiedade, stress ou amargura
- só porque um pensamento desencadeou uma avalanche de associações.
A Atenção Plena de Sons e Pensamentos ajuda-o a
perceber que pode relacionar-se com pensamentos perturbadores da mesma maneira
que se relaciona com os sons. Os seus pensamentos podem ser comparados a um
rádio que foi deixado em segundo plano. Você pode ouvir - ou melhor observar,
mas não precisa de elaborar sobre o que
recebe ou agir sobre o que sente. Não
costuma sentir a necessidade de pensar ou comportar-se de uma determinada
maneira que uma voz no rádio lhe ordena - então por que deve cegamente assumir
que os seus pensamentos retratam uma imagem infalivelmente precisa do mundo? Os
seus pensamentos são pensamentos. Eles são seus servos. Não importa quão alto
eles gritam, eles não são o seu mestre, dando ordens que devem ser obedecidas.
Essa constatação dá-lhe uma imensa liberdade; retira o gatilho e dá-lhe o
espaço para tomar decisões mais adequadas - decisões que podem ser feitas com a
sua mente quando está em plena consciência.
Há dois
elementos-chave para a Atenção Plena dos Sons e Pensamentos - Receber e Notar
Receber
"Recebemos" sons à medida que eles vêm
e vão. Vemos o corpo como se fosse um microfone vivo que recebe
indiscriminadamente sons como vibrações no ar. Sintonizamo-nos com as sensações
cruas de cada som com seu próprio volume, tom, padrão e duração. Da mesma forma
passamos de receber sons para "receber" pensamentos e todas as
emoções a eles associadas - vendo o momento em que eles aparecem, vendo quanto
tempo eles permanecem e o momento em que
se dissolvem.
Notar
Notamos as camadas de significado que adicionamos
à experiência da escuta. Podemos descobrir que temos o hábito de rotulá-los,
perseguindo aqueles de que gostamos ou rejeitando aqueles de que não gostamos.
Podemos notar isso mal tomamos consciência de que o estamos a fazer e, em
seguida, simplesmente voltar para a Atenção Plena dos Sons. Da mesma forma,
percebemos os pensamentos e sentimentos e permanecemos conscientes da forma
como eles criam associações e histórias e quão fácil é ser sugado para dentro
deste cenário.
Atenção Plena dos
Sons e Pensamentos
Trazendo-se para o momento presente através da
respiração e do corpo
1. Encontre uma posição sentada, em que a coluna
possa sustentá-lo, com as costas direitas, mas não de forma contraída, com os
ombros relaxados, cabeça e pescoço equilibrados e queixo ligeiramente metido
para dentro.
2. Traga a sua atenção para os movimentos da
respiração no corpo por alguns minutos, até que se sinta suficientemente
assente. Em seguida, expanda a sua atenção para tomar o corpo como um todo,
como se todo o corpo estivesse a respirar, ajudando-o a estar ciente de todas
as sensações na paisagem interior do corpo.
3. Dedique um momento a praticar a consciência da
respiração e do corpo, desta forma, lembrando-se que na prática que se
segue pode sempre voltar para a
respiração e para o corpo para ancorar-se ao momento presente se a sua mente
estiver muito agitada.
Sons
4. Agora, quando estiver pronto, deixe o foco da
sua atenção sair da consciência das suas sensações físicas para a audição -
aberta aos sons que possam surgir.
5. Não há necessidade de ir à procura de sons ou
estar atento a sons em particular. Em
vez disso, o melhor que puder, simplesmente permaneça aberto, de modo a estar
receptivo à consciência dos sons que o rodeiam à medida que vão surgindo -
soando próximos, à sua frente, atrás de
si ou ao seu lado, acima ou abaixo. Desta forma, está a abrir-se a todo o
espaço sonoro em seu redor: a "paisagem sonora". Talvez perceba como
os sons óbvios podem facilmente ocultar os
mais subtis; notando um espaço entre os sons em momentos de relativa
calma.
6. O melhor que puder, esteja ciente dos sons
simplesmente como sons, como sensações cruas. Observe a tendência que todos
temos de rotular um som assim que este é escutado (carro, comboio, voz, ar
condicionado, rádio), e veja se é possível simplesmente perceber essa rotulagem
e de seguida reorientar a sua consciência para além do rótulo, para as
sensações brutas dos próprios sons (incluindo os sons dentro de sons).
7. Pode achar que está a pensar sobre os sons.
Veja se é possível reconectar-se com a consciência directa das suas qualidades
sensoriais (padrões de afinação, timbre, intensidade e duração), em vez dos
seus significados, implicações ou histórias sobre eles.
8. Sempre que notar que a sua consciência não
está focada nos sons, reconheça suavemente esta mudança de foco para , em
seguida, sintonizar a atenção de volta aos sons - à forma como eles surgem e
desaparecem a cada momento.
9. Agora,
depois de ter dedicado alguns momentos à consciência dos sons, deixe-os ir, largando-os
suavemente.
Pensamentos
10. Agora, mude o seu foco atencional de modo a
que os seus pensamentos estejam no centro da sua consciência - veja-os, da
melhor maneira possível, como eventos na mente.
11. Da mesma forma que fez com os sons, onde foi
percebendo o seu surgimento, permanência e desaparecimento, da melhor maneira
possível, observe os pensamentos que surgem na mente, percebendo quando surgem,
vendo como permanecem no espaço da mente (como nuvens que se deslocam através
do céu da mente). Eventualmente, veja se
pode detectar o momento em que se
dissolvem.
12. Não há necessidade de tentar fazer com que os
pensamentos surjam ou desapareçam. Da mesma forma que se relacionou com o
surgimento e desaparecimento dos sons, deixe os pensamentos vir e ir por conta
própria.
13. Assim como as nuvens que se deslocam através
de um vasto céu são por vezes escuras e tempestuosas e outras leves e macias,
do mesmo modo os pensamentos podem assumir diferentes formas. Às vezes as
nuvens enchem o céu inteiro. Às vezes, limpam completamente, deixando o céu sem
nuvens.
14. Pode também prestar atenção aos pensamentos
na mente, da mesma forma que faria se os pensamentos fossem projectados na tela
no cinema - senta-se, observa, esperando
por um pensamento ou imagem surgir. Quando isso acontecer, tenha consciência
deles, desde que surgem 'na tela', e
então deixe-os ir, assim que se tornarem mais distante. Observe quando é
atraído para o filme, saltando para dentro da tela. Quando se tornar ciente
disso, congratule-se por esta percepção e, em seguida, retorne para o seu lugar
e espere pacientemente que a próxima sequência de pensamentos surja, como
certamente o fará.
15. Se algum pensamento trouxer consigo uma
intensa carga emocional, agradável ou desagradável, o melhor que puder, observe
estas emoções e a sua intensidade e deixe que os pensamentos sejam o que são,
não tentando mudá-los ou reagir-lhes.
16. Lembre-se que se em algum momento sentir que
sua mente perdeu o foco e ficou dispersa ou se continua a ser repetidamente
arrastado para uma história criada pelo seu pensamento, pode voltar para a
respiração e para a sensação do corpo como um todo e usar esse foco para
ancorar e estabilizar a sua consciência de volta para o momento presente.
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Local:
Carcavelos, Portugal
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Depressão
DEPRESSÃO
O
que é?
Segundo
António Coimbra de Matos “A depressão é a ausência de
esperança, com retirada para o mundo da memória. A antecipação de
um porvir estimulante é aniquilada pela vivência da perda sentida
como irreparável e insubstituível. Nada ou pouco interessa e dá
prazer no presente real e pouco ou nada é imaginado como bom ou
apetecível no amanhã.”
Em
termos globais, a depressão
é uma Perturbação
do Humor
caracterizada por uma tristeza desadaptada, intensa, prolongada e
perturbadora, ausência de prazer e interesse, pessimismo,
isolamento, ruminação, falta de energia, insónia ou irritabilidade
que podem escalar até doenças psicossomáticas, sintomas psicóticos
e impulsos suicidas durante semanas, meses ou anos
Tipologia
- Depressão Major
Caracteriza-se
pela presença de 5
ou mais sintomas
durante
2
ou mais semanas:
-
Sintomas psicológicos: tristeza profunda, desespero, perda de prazer
no dia-a-dia (anedonia), culpa, falta de valor próprio, ruminação,
pensamentos recorrentes de morte ou suicídio e dificuldades de
concentração
-
Sintomas físicos: variações de peso e apetite, falta de energia,
lentificação ou agitação motora, perturbações do sono (insónia
inicial ou terminal, hipersónia)
Tem
vários subtipos:
1)
Psicótica:
com delírios
normalmente de perseguição, prática de pecados ou crimes
imperdoáveis, doenças incuráveis ou vergonhosas. Poderá existir
também alucinações
auditivas (ouvir vozes acusatórias) ou visuais
2)
Catatónica:
Lentificação
psicomotora severa
ou excessiva, desligamento
e, em alguns clientes, expressões faciais bizarras, imitação do
discurso (ecolalia) ou do movimento (ecopraxia)
3)
Melancólica:
Perda
de prazer em
quase todas as actividades, incapacidade em responder a estímulos
prazerosos, expressão emocional estática, culpa intensa, acordar
madrugador, lentificação ou agitação psicomotora e perda de peso
ou anorexia
4)
Ansiosa:
Sentimentos de tensão
e inquietude,
dificuldade de concentração devido a preocupação, medo
que algo horrível aconteça e de perder o autocontrolo
5)
Pós-parto:
Quando os sintomas surgem durante a gravidez
ou nas 4 semanas após o parto.
É muitas vezes acompanhada de ansiedade grave e até ataques de
pânico.
6)
Sazonal:
Quando os sintomas
surgem numa altura particular do ano (normalmente
Outono ou Inverno) com total remissão noutra. Esta relação
temporal deverá ser exibida pelo menos durante 2 anos.
7)
Atípica:
Humor
construtivo perante
estímulos positivos mas sensibilidade
à rejeição resultando
em intensos estados depressivos reativos a situações sentidas como
de crítica ou rejeição. Aumento de apetite e de peso, hipersónia.
Os sintomas têm tendência a aumentar à medida que o dia decorre
8)
Induzida
por substâncias ou medicamentos
9)
Devido
a outras condições médicas
- Distimia
Quadro
com sintomas depressivos de baixa
intensidade
que persistem 2
ou mais anos.
Tipicamente
inicia-se durante a adolescência e tem um percurso discreto durante
muitos anos ou décadas
A
distimia pode ser acompanhada de forma irregular por episódios de
depressão major
As
pessoas com distimia são, normalmente, “sombrias”, pessimistas,
com pouco sentido de humor, passivas, letárgicas, introvertidas,
hipercríticos de si próprios e dos outros e reclamam facilmente.
Comorbilidade
Indivíduos
com estados depressivos crónicos, quer seja distimia ou depressão
major, têm maior probabilidade de ter perturbações de ansiedade
(Ataques de pânico, ansiedade generalizada), perturbação
obsessivo-compulsiva, perturbação bipolar, perturbação pós-stress
traumático, perturbações alimentares e de auto-imagem, abuso de
substâncias ou perturbações de personalidade (Bordeline, Evitante,
Dependente, Narcísica, Histriónica).
Factores
de Risco
Existem
factores de risco biológicos e ambientais:
- Factores biológicos
- Neuroquímica: baixa Dopamina e Serotonina e desregulação na Adrenalina e Noradrenalina
- Hormonal: alterações ao nível do Estrogénio (estimula produção da serotonina); Testosterona (líbido, vitalidade física e psicológica); Progesterona (regula estrogénio); Cortisol (ligada ao stress) e Hipotiroidismo (reduzidas T3 e T4)
- Doenças físicas: Epilepsia; AVC; Doença de Parkinson; Esclerose múltipla; Doença cerebral degenerativa entre outras.
- Genética: pode explicar até metade da etiologia, mais comum em familiares em 1º grau de clientes depressivos, bipolares e em gémeos verdadeiros
- Factores ambientais:
- Trauma
- Abuso físico ou psicológico
- Perdas de vários tipos (relacionais, profissionais, etc.)
- Mudanças repentinas no contexto de vida
- Consumo de substâncias
- Isolamento social
- Perfecionismo
- Baixa auto-estima
Prevalência
A
depressão afecta todas as faixas etárias, continuando a ter maior
prevalência na idade adulta e é mais frequente em mulheres (2 para
1).
Antigamente,
a idade média do primeiro episódio depressivo major situava-se
entre os 40 e os 50 anos. Hoje em dia, situa-se na faixa dos 20.
Segundo
a European
Alliance Against Depression
(EAAD), Portugal é o país da Europa com maior taxa de depressão e
o segundo maior do mundo (1 em cada 4) e atrás dos USA.
Índice
de Mortalidade
Dois
terços das pessoas que se suicidam sofrem de depressão na altura da
sua morte
Portugal
é o terceiro país europeu onde o suicídio mais aumentou nos
últimos quinze anos (5 por dia)
Vários
estudos afirmam que em 2020, a depressão será a 2ª causa de morte
logo a seguir das patologias cardíacas.
Tratamento
A
depressão tem tratamento.
Antes
de procurar ajuda procure adoptar um estilo de vida anti-depressivo:
-
Dieta equilibrada, com alimentos ricos em vitaminas do complexo B
(cereais, verduras, feijão, frango e ovos), C (citrinos e vegetais)
e Ômega 3 (peixes gordos)
-
Exposição solar (vitamina D)
-
Dormir 8 horas por dia
-
30 minutos de actividade física diária
Não
tenha vergonha de pedir ajuda. A depressão é um problema
internacional de saúde pública que pode matar.
Procure
ajuda psicoterapêutica. Está cientificamente provada a sua
eficácia, existindo várias abordagens possíveis
(Cognitivo-Comportamental, Terapia Focada nas Emoções, EMDR,
terapia existencial, Mindfulness, entre outras). Como cada caso é um
caso, na Psinove privilegiamos um modelo de intervenção
integrativo, usando várias abordagens de forma responsiva a cada
indivíduo.
Em
casos mais graves articulamos com psiquiatria.
Referências
American
Psychiatric Association (2013). Diagnostic
and Statistical Manual of Mental Disorders (5thed):
DSM-V.
Washington: Author
Coimbra
de Matos, A. (2001). A
Depressão. Lisboa:
Climepsi.
Catarina Satúrio
Catarina Barra Vaz
Etiquetas:
depressão,
perturbação do humor,
psicóloga oeiras,
psicólogo carcavelos,
psicólogo cascais,
psicoterapeuta carcavelos,
Psicoterapia
Local:
Carcavelos, Portugal
Transtorno Bipolar
DOENÇA
BIPOLAR
O
que é?
A
Doença Bipolar,
anteriormente denominada de doença maníaco-depressiva é uma
Perturbação do Humor
que implica a presença ou história de Episódios Maníacos ou
Hipomaníacos, habitualmente concomitantes com a existência de
Episódios Depressivos Major (DSM-V, 2013).
Tipologia
Existem
três tipos de doença bipolar:
Bipolar
I – caracteriza-se pela presença de uma
ou mais episódios maníacos, que pode ser precedido ou seguido de
episódios hipomaníacos ou depressivos major.
Bipolar
II – caracteriza-se pela presença de um
episódio de depressão major, precedido ou seguido por um episódio
hipomaníaco
Ciclotimia
– Perturbação
do humor crónica e instável que engloba períodos de sintomas
hipomaníacos e depressivos que não são em número, intensidade,
duração e globalidade suficientes para se enquadrarem num Episódio
Maníaco e Episódio Depressivo Major, respectivamente. Para que a
Ciclotimia possa ser diagnosticada, é necessário que durante um
período de dois anos (um ano para crianças ou adolescentes), a
pessoa não esteja isenta dos sintomas por mais de dois meses
seguidos e que nos 2 primeiros anos da perturbação, não ocorra
nenhum Episódio Depressivo Major ou Maníaco.
Sintomatologia
- Episódio Maníaco
Estado
de humor expansivo, elevado, eufórico ou irritável com aumento de
actividade ou energia durante pelo menos uma
semana durante o qual ocorrem 3 ou mais dos
seguintes sintomas:
-
Aumento da auto-estima, sentimentos de grandiosidade
-
Diminuição da necessidade de dormir
- Maior
necessidade de falar
- Fuga
de ideias ou pensamento acelerado
-
Distractibilidade
-
Grande dedicação a tarefas orientadas por objectivos ou agitação
psicomotora
-
Envolvimento excessivo em actividades de risco em actividade de
prazer, nomeadamente despesas excessivas e sexo
- Perda
da noção de realidade, delírios ou alucinações auditivas.
- Episódio Hipomaníaco
Apenas
difere do episódio maníaco na sua duração: mínimo de 4
dias consecutivos.
- Episódio Depressivo Major
Estado
de humor depressivo durante o mínimo de duas
semanas acompanhado por 4 ou mais dos
seguintes sintomas:
-
Diminuição do interesse ou prazer na maior parte das actividades
-
Diminuição ou aumento de peso ou apetite, sem estar em dieta
alimentar
-
Insónia ou hipersónia quase todos os dias
-
Agitação ou lentificação psicomotora
-
Fadiga ou perda de energia
-
Sentimentos de inutilidade ou de culpa excessiva
-
Dificuldade
de concentração
-
Ideação suicida
Comorbilidade
Doença
Bipolar I - Perturbação
de Pânico, Fobia Social, Perturbação por Hiperactividade/Défice
da Atenção e Perturbações Relacionadas com Substâncias.
Doença
Bipolar II - Perturbação de
Pânico, Fobia Social, Perturbações Relacionadas com Substâncias e
Perturbações Alimentares.
Ciclotimia
- Perturbações Relacionadas com Substâncias e Perturbações do
Sono.
Factores
de Risco
Os
factores biológicos têm maior peso na ocorrência da Doença
Bipolar.
Um
desequilíbrio nos níveis de um ou mais neurotransmissores
(noradrenalina, serotonina e dopamina) pode conduzir ao aparecimento
da doença bipolar.
Vários
estudos demonstram predisposição genética para a doença bipolar
sendo este o maior factor de risco. A magnitude do risco diminui com
os graus de parentesco: pais, irmãos e avós.
Contudo,
factores ambientais como acontecimentos de vida stressantes (morte de
uma familiar, desemprego, etc) parecem ter um papel importante no
desencadear da doença.
Prevalência
e evolução
A
Doença Bipolar afecta cerca de 1.5% da população (Jones, 2004) e
vários estudos epidemiológicos indicam que a Doença Bipolar ocorre
igualmente em homens e mulheres.
Quanto
à idade média de ocorrência: 18 anos na Doença Bipolar I, 25 anos
na Doença Bipolar II e adolescência na Ciclotimia (nesta última há
um risco variável entre 15% a 50% de que a pessoa desenvolva uma
Doença Bipolar I ou II)
Tratamento
Sabia
que muitos famosos nossos contemporâneos como a actriz Catherine
Zeta-Jones, o actor Jim Carey a cantora Rita Lee e o bilionário Ted
Turner têm doença bipolar e vivem de forma funcional com a mesma?
A
Doença Bipolar é uma condição crónica. Não há nenhum
tratamento que a cure por completo mas é possível controlá-la,
diminuindo o número de recaídas.
É
fundamental o tratamento farmacológico, normalmente estabilizadores
de humor como o Lítio, prescritos por médico psiquiatra.
Contudo,
segundo Jones (2004) 1/3 dos pacientes continua a apresentar
recaídas, apesar do tratamento preventivo com lítio elo que o apoio
psicológico, individual e familiar é essencial na adaptação à
doença.
A
Psicoeducação pode fornecer às famílias, cuidadores e aos doentes
informações sobre a doença e respectivo tratamento, tendo como
objectivo a aceitação da doença e tratamento. A Psicoeducação
adquire igualmente importância na adesão à medicação, o
evitamento do abuso de substâncias e a identificação de sintomas
de recaída.
A
terapia cognitivo-comportamental em doentes com Doença Bipolar reduz
o número de recaídas nos episódios maníacos, nos episódios
totais e nos episódios hipomaníacos bem como uma diminuição do
número de episódios de depressão, mania e hipomania.
A
terapia familiar (TF), pretende melhorar o conhecimento sobre a
doença, realçar o funcionamento global do paciente, assim como
focar a forma de lidar com o stress, verificando-se com esta terapia
um aumento da adesão à medicação. O método utilizado pela TF
envolve fases de avaliação, educação sobre a doença,
aperfeiçoamento das capacidades de comunicação bem como da
capacidade de resolução de problemas, com a família.
Referências
American
Psychiatric Association (2013). Diagnostic
and Statistical Manual of Mental Disorders (5thed):
DSM-V.
Washington:
Author
Jones,
S. (2004). Psychotherapy of bipolar disorder: a review. Journal of
Affective Disorders, 80, 101-114.
Catarina Satúrio
Catarina Barra Vaz
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Alma Gémea
Será que a Alma Gémea existe? Uma entrevista no Portal Inspire Saúde.
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Local:
Carcavelos, Portugal
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